Segunda-feira, 8 de Março de 2010

Vestir as Marcas

Os logos formam uma parte vital do anúncio de um produto ou serviço e da identidade comercial de uma empresa ou instituição.


Em termos históricos, os logos são anteriores à marca e identidade: o samurai com o estandarte do seu daimyo a esvoaçar atrás da sua armadura, o adorno de penas na cabeça e as pinturas no corpo do nativo americano e o escuteiro com a roupa de um clã, estão todos a usar elementos externos para demonstrar a sua aderência a um conjunto de valores ou conceitos que são expressos visualmente.

Tal como fazem os adeptos de futebol com as caras pintadas com as cores do seu clube, os pensionistas que põem as suas compras modestas na loja da esquina num saco da Harrods ou os adolescentes que só vão à discoteca com jeans Versace (mesmo que sejam cópias).
O desejo de nos identificarmos através de símbolos é um traço humano muito antigo.
Em certas épocas da história houve a necessidade de estabelecer direitos ou até de agir como uma forma de aviso público, como no anúncio físico de criminosos ou a deliberada humilhação nazi dos judeus através do uso da Estrela de David.

Na maior parte das sociedades modernas, expor os sinais errados – ou usar as cores erradas – é um lapso social e não uma situação de vida ou de morte. Mas isso não quer dizer que não estejamos conscientes desses sinais, ou ainda menos que as empresas de produção e serviços ignorem o poder latente de tais sinais.

 

Johnnie Walker, anúncio
 

publicado por branddc às 11:26
link do post | comentar | favorito
| | partilhar

mais sobre mim

pesquisar

links

tags

todas as tags

arquivos

Maio 2010

Março 2010

subscrever feeds